Cartinha do CEO - API4COM - 27/03/26

Fala galera, beleza?

Mais uma semana, mais uma cartinha. Bora?

Na última semana, retomamos as mentorias com o Bruno Soares e os feedbacks ainda ecoam na cabeça. É surreal pensar no que o Bruno e João comentaram em um dos episódios do Startups Dillema: é comum empreendedores serem resistentes a feedbacks. Pois sinto que, cada vez que a gente tem a oportunidade de ouvir esses caras, a gente dá um salto como negócio.


O que está na minha cabeça?

  1. Como incorporar IA de maneira útil e prática na realidade do time;
  2. Fechamento dos OKRs;
  3. Evento de virada de tri;
  4. Necessidade de reorganizar minha agenda e estrutura de lideranças pra conseguir estar perto de cada liderado (já passei das duas pizzas);
  5. MUITAS reflexões e ideias vindas do Hackathon (que ainda precisam ser digeridas).

Pra onde estamos indo?

Agora, com a casa um pouco mais organizada e mais ágeis na produção de produto, estamos indo pra um novo trimestre com:

  1. Mais IA no dia a dia;
  2. Pelo menos 5 novas pessoas na empresa (Vitória, Nathan e +3 contratações);
  3. Estruturação do RH;
  4. Consolidação do Financeiro;
    1. Otimização da projeção;
    2. Otimização do fluxo de aprovação de investimentos;
  5. Aumento da velocidade de produção de software;
  6. Consolidação do time de lideranças;
  7. Mais produção de conteúdo.

Aprendizados da semana

  1. É bom demais acolher feedback de gente muito boa.
  2. Preciso combinar melhor o jogo com as lideranças pra galera me chamar, percebi que a correria virou “não vou chamar o André por que ele tá corrido”.
  3. As pessoas estão mais distantes do uso de IA do que eu imaginava.
  4. É muito mais rápido produzir coisas úteis com IA do que eu imaginava.
  5. “Saber o que quer” vai ter um valor absurdo na era da IA.
  6. “Saber comer” tem um impacto gigantesco nessa nova era (explico abaixo).

O que eu fiz com IA essa semana?

Essa semana, a grande prova real veio no Hackathon de quarta e quinta, refatorando o nosso Super Admin.

Eu fiz questão de participar ativamente não só pra estar perto do time e conhecer melhor essa dinâmica (foi meu primeiro Hackathon), mas principalmente pra entender os impactos da IA no fluxo.

Consegui colaborar muito mais do que eu imaginava. Utilizamos principalmente Lovable e Claude como ferramentas principais de IA.

O que me surpreendeu foi a capacidade de contribuição que pessoas não devs tiveram no fluxo.

Em um episódio do “Pesadelo na Cozinha”, o Jacquin vai num restaurante japonês, e a resposta do cozinheiro às críticas foi:

”Mas tu sabe fazer comida japonesa?”

E eu carrego a resposta do Jacquin pra sempre comigo:

”Eu não sei fazer, mas eu sei comer.”

O que eu quero dizer é: eu e o Du, com pouco conhecimento de produto, frontend e tal, conseguimos produzir uma série de coisas relevantes com velocidade porque a gente tinha clareza do que a gente queria ver.

Se você é uma pessoa de negócios, nunca houve momento melhor pra interagir com produção de software como agora.

Foi loucura a gente conseguir colocar isto de pé em dois dias:

Tela do Suporte Admin, colocado de pé em dois dias, com receita, operação, configuração e o consumo diário de uma conta

O que mudou na minha cabeça sobre “como se produz”

Foi muito nítido como o escopo e o fluxo de produção de um time de dev muda quando IA entra de verdade.

Na prática, rolou um arranjo muito massa:

Alguns aprendizados práticos (bem pé no chão)

Com isso, acho que a principal dinâmica que eu reforcei de trabalho com IA é:

Tela 1 — Lovable

  • Mão na massa: construir interface e fluxo.
  • Implementar rápido e iterar.
  • Fazer o “produto aparecer”.

Tela 2 — Claude

  • Tirar dúvidas e pesquisar boas práticas.
  • Pensar no todo e no que pode quebrar.
  • Antecipar riscos e sugerir caminhos.

Como sempre, conto com os feedbacks de vocês!

Mais um tijolinho na nossa construção,

Denófrio.

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